Problemas no seu Relacionamento Amoroso?

Resolvi escrever sobre o tema de Relacionamento Amoroso, porque esta queixa é uma constante na vida de meus pacientes.

Percebo que as pessoas sofrem muito por não saberem se relacionar.

Vamos lá! O que é isso?

As pessoas entram em um relacionamento e levam consigo toda a sua história de vida, seus receios, seus medos e seus traumas.

Importante contextualizar que nós enquanto seres humanos, temos um lado positivo e um lado que precisamos nos aprimorar, o qual chamarei de lado obscuro. Isto sem dúvida é um fato inquestionável.

No início de um relacionamento, nós temos a tendência a “mostrar” apenas a parte “boa” de nossa personalidade.

Mas a medida que o relacionamento vai se tornando mais sério e se passa a ter segurança, as características que tentamos esconder acabam aparecendo. E com isso, começam a surgir os problemas.

Muitas pessoas até conseguem enxergar no outro este lado “obscuro” mas acreditam que irão conseguir “mudar o companheiro (a)”.

Em primeiro lugar, as pessoas só mudam suas características se tiverem consciência de que precisam mudar e sobretudo, se quiserem que isto aconteça. Fora isso, não se muda ninguém.

Sendo assim, a fala que ouço muito é: Nossa de repente ele mudou, ficou agressivo, triste, bravo, é bagunceiro, etc. Na verdade, as pessoas não mudam desta forma, apenas não haviam mostrado no relacionamento este outro lado de sua personalidade.

Ok, mas e agora?

No momento em que você perceber que algo não vai bem com seu relacionamento, é importante sentar e ter uma conversa franca com seu companheiro (a).

Antes desta conversa, minha recomendação é você também se auto avaliar.

Faça uma lista com três colunas: numa delas coloque todas as características que considera boas em seu companheiro (a), na outra coluna, coloque a lista das características que considera ruins e ao lado desta, coloque para cada aspecto negativo, qual a sua reação.

Por exemplo: meu marido é grosseiro – minha reação é ficar brava e me afastar.

Ocorre que um é grosso, o outro se afasta e desta forma, vai se formando um “muro invisível” entre os dois.

Minha intenção aqui é propor uma analise da situação sobre outra perspectiva, ter empatia com a outra pessoa e se colocar no lugar dela.

As pessoas precisam aprender a falar o que sentem e não deixar tudo guardado em seus corações.

Sendo assim, convido o prezado leitor a uma mais profunda reflexão de suas atitudes no dia-a-dia. Vamos tentar construir um relacionamento melhor com pequenas atitudes, que juntas farão uma grande diferença e poderão salvar o seu relacionamento.

Texto escrito por: Renata T.

Se precisar de ajuda neste processo, consulte um terapeuta na OrienteMe. Os profissionais que atendem na plataforma poderão te orientar e apoiar neste momento.

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