A saúde e bem-estar no trabalho deixaram de ser iniciativas pontuais de RH e passaram a integrar a estratégia organizacional de grandes empresas. Em um cenário de maior cobrança regulatória, pressão por resultados sustentáveis e atenção crescente a critérios ESG, organizações maduras estruturam programas com base em dados, governança e desenvolvimento de lideranças.
Enquanto algumas empresas ainda reagem a crises, afastamentos, conflitos ou aumento de turnover, outras adotam uma abordagem preventiva e sistêmica.
A diferença está na estrutura.
Empresas reativas x empresas estruturadas
| Empresas reativas costumam | Já empresas estruturadas |
| Implementar ações isoladas após crises | Mapeiam riscos organizacionais |
| Tratar saúde mental como benefício opcional | Monitoram indicadores continuamente |
| Não monitorar indicadores regularmente | Capacitam lideranças |
| Não integrar dados à governança | Integram saúde e bem estar no trabalho à estratégia |
Essa mudança de postura transforma o tema em vantagem competitiva.

Os pilares estruturais da saúde e bem-estar no trabalho
Grandes empresas que alcançam maturidade organizacional estruturam seus programas sobre cinco pilares:
1. Diagnóstico organizacional contínuo
Não se baseiam apenas em percepção, mas em dados concretos.
2. Monitoramento de indicadores
Absenteísmo, rotatividade, engajamento e riscos psicossociais são acompanhados sistematicamente.
3. Capacitação de lideranças
Gestores são preparados para identificar sinais e agir preventivamente.
4. Integração com governança
O tema passa a compor relatórios estratégicos.
5. Comunicação e engajamento
A cultura organizacional é trabalhada de forma intencional.
Caso Capgemini: estruturação com dados e engajamento
No case da Capgemini, a orienteme apoiou a consolidação de um programa estruturado de saúde e bem estar no trabalho com foco em diagnóstico organizacional e acompanhamento contínuo.
A iniciativa envolveu:
- Mapeamento de riscos psicossociais
- Engajamento das lideranças
- Monitoramento de indicadores estratégicos
- Estruturação de ações preventivas
O diferencial foi a integração entre dados e cultura. A empresa não tratou o tema como benefício assistencial, mas como parte de sua estratégia de pessoas.
Caso Siemens Industries: integração com liderança e governança
Na Siemens Industries, a estratégia de saúde e bem estar no trabalho envolveu forte alinhamento com liderança e gestão.
A implementação contemplou:
- Capacitação estruturada de gestores
- Integração com indicadores organizacionais
- Monitoramento sistemático de fatores de risco
- Consolidação de cultura preventiva
O resultado foi a transição de uma abordagem reativa para uma lógica de gestão estruturada, com impacto direto na percepção interna de segurança psicológica.
Indicadores que sustentam programas de grande porte
Grandes empresas não sustentam programas de saúde e bem estar no trabalho sem dados.
Entre os principais indicadores monitorados estão:
- Taxa de absenteísmo
- Turnover voluntário
- Afastamentos por CID-F
- Índice de engajamento
- Percepção de segurança psicológica
Esses dados permitem identificar áreas críticas e direcionar ações com maior precisão.
Saúde e bem estar no trabalho como estratégia de longo prazo
Organizações maduras entendem que saúde e bem estar no trabalho não constroem com campanhas pontuais.
Exigem:
- Continuidade
- Monitoramento
- Governança
- Ajustes periódicos
Essa lógica transforma o tema em parte do planejamento estratégico.
O papel da orienteme na consolidação dessa estrutura
A orienteme apoia grandes empresas na estruturação de saúde e bem estar no trabalho por meio de diagnóstico organizacional, monitoramento de riscos psicossociais e desenvolvimento de lideranças.
Ao integrar dados, relatórios e acompanhamento contínuo, a empresa contribui para consolidar programas sustentáveis, alinhados às exigências contemporâneas de governança.
Mais do que oferecer suporte pontual, a proposta é estruturar um modelo consistente e escalável.
Benchmark como instrumento de maturidade
Empresas que analisam casos como Capgemini e Siemens percebem um padrão:
- Saúde mental não é ação isolada.
- Bem-estar não é benefício periférico.
- Monitoramento é parte central da estratégia.
A maturidade organizacional nasce da integração entre pessoas, dados e governança.
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