Qualidade de vida no trabalho

O que é saúde ocupacional? 4 dicas para promovê-la

Daniela Haidar Chohfi -

Valorizar e trabalhar a saúde ocupacional na sua empresa pode ser uma das melhores decisões para aprimorar a qualidade de vida dos colaboradores e, de quebra, vários indicadores de RH, como atração e retenção de talentos, produtividade e taxa de turnover.

Esse conceito vem ganhando força devido à mudança de comportamento dos profissionais. Cuidar da saúde mental e da saúde física são, respectivamente, os fatores mais importantes para os brasileiros, de acordo com um estudo da Happiness Business School e da Reconnect | Happiness at Work.

Para se ter ideia da importância desses fatores, eles estão à frente de seguir sonhos e ganhar mais dinheiro, ainda conforme a pesquisa.

Agora que a relevância do tema já foi esclarecida, vamos entendê-lo melhor para que você possa aplicá-lo na sua organização. A seguir, apresentamos as informações mais importantes sobre o assunto. Confira!

O que é saúde ocupacional?

A saúde ocupacional é composta por medidas preventivas feitas pela empresa a fim de minimizar os riscos no ambiente de trabalho. Isso resulta em um espaço que oferece mais segurança e qualidade de vida aos colaboradores.

Importante destacar que essa iniciativa compreende todos os aspectos do ambiente, desde os físicos aos mentais. Dessa forma, é possível prevenir e até evitar os mais variados tipos de acidentes e doenças ocupacionais.

Então, pode-se afirmar que sua aplicação depende de dois fatores: infraestrutura adequada e segurança psicológica.

Um exemplo de iniciativa prática são os programas de qualidade de vida no trabalho, que se resumem a benefícios voltados à adoção de hábitos saudáveis. Assim, nos próximos tópicos, apresentamos mais exemplos que podem ser implementados na sua empresa.

É obrigatório investir em saúde ocupacional?

Independente do porte e segmento, as empresas com funcionários pelo regime CLT devem promover medidas de segurança ocupacional na empresa. Essa é uma norma estabelecida pela Secretaria do Trabalho e Emprego, antigamente conhecida como Ministério do Trabalho.

Quais são os objetivos da saúde ocupacional?

Abaixo, conheça os principais objetivos e benefícios relacionados à promoção de saúde no trabalho:

  • Prevenir acidentes e doenças ocupacionais;
  • Reduzir as taxas de turnover e absenteísmo;
  • Melhorar a produtividade;
  • Aprimorar o clima organizacional;
  • Evitar processos trabalhistas;
  • Reduzir a sinistralidade do plano de saúde.

Prevenir acidentes e doenças ocupacionais

Como destacamos na definição do termo, a saúde ocupacional tem como principal objetivo a prevenção de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais. Portanto, sua implementação pode trazer diversos benefícios tanto aos colaboradores quanto à organização.

Os profissionais costumam trabalhar com maior satisfação, engajamento e motivação. Já a empresa pode ver uma melhora em indicadores de RH e de receita. Comentamos mais sobre essas vantagens nos tópicos seguintes.

Reduzir as taxas de turnover e absenteísmo

Ninguém gosta de ficar em um local estressante e com perigo de acidentes, certo? Por isso, é bastante comum haver uma alta taxa de turnover e de absenteísmo em companhias que não valorizam a saúde dos colaboradores.

Assim, as pessoas ficam extremamente desengajadas e descontentes por terem que lidar com essas condições inadequadas. Isso resulta em pedidos de demissão e ausências recorrentes.

Além disso, acidentes e doenças ocupacionais causam longos afastamentos, o que pode gerar altos custos e perdas de produtividade para a organização.

Melhorar a produtividade

Pode-se dizer que a melhora da produtividade também é um dos objetivos e benefícios da saúde ocupacional. Isso porque os trabalhadores ficam mais motivados e engajados em realizar suas tarefas quando o ambiente é satisfatório.

De acordo com um estudo produzido por um professor da Universidade de Warwick, na Inglaterra, colaboradores felizes são 12% mais produtivos.

Aprimorar o clima organizacional

O clima organizacional diz respeito à percepção que os colaboradores têm do ambiente de trabalho. Então, em geral, é utilizado como um indicador para identificar oportunidades de melhoria no ambiente e na cultura.

Isso porque, de acordo com um importante estudo chamado Teoria dos Dois Fatores, a forma que o trabalhador sente-se na organização está relacionado a seu comportamento e resultados dentro dela.

Então, como já destacado, os profissionais se sentem mais satisfeitos ao trabalharem em uma empresa onde o bem-estar físico e mental é valorizado. Eles também podem sentir-se mais confortáveis para assumir desafios.

Evitar processos trabalhistas

A abertura de processos trabalhistas é uma das consequências mais óbvias dos acidentes de trabalho e das doenças ocupacionais. Dessa forma, esses processos podem manchar a imagem da organização e resultar em altas indenizações.

Assim, quem vai querer trabalhar ou fazer negócio com uma companhia que tem vários processos trabalhistas, não é mesmo?

Visto que a saúde ocupacional reduz os riscos de acidentes e de desenvolvimento de doenças, há uma menor probabilidade de processos trabalhistas serem abertos.

Reduzir a sinistralidade do plano de saúde

Com a redução de acidentes e doenças, ocorre também a diminuição do uso do plano de saúde. Sendo assim, há uma redução na sinistralidade, o que significa que os custos do plano são mais baixos para a organização.

Olhando por essa perspectiva, fica claro que a saúde ocupacional entrega diversos benefícios tanto aos colaboradores quanto às empresas, não é mesmo? Por isso, recomendamos que haja um esforço para implementar medidas dessa natureza.

Qual é o estado da saúde ocupacional no Brasil?

O Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho (SmartLab) é um sistema que reúne diversos dados sobre acidentes e doenças ocupacionais. A seguir, separamos as informações mais relevantes para entender o cenário brasileiro (todos os dados são referentes ao ano de 2020):

  • 446,9 mil notificações de acidentes de trabalho (redução de 30% em comparação com 2019);
  • 72,4 mil concessões de auxílio-doença por acidente de trabalho (redução de 63% em comparação com 2019);
  • 210,8 mil notificações de doenças ocupacionais (aumento de 5% em comparação com 2019);
  • 12,3 milhões de dias perdidos por acidente de trabalho (redução de 60% em comparação com 2019);
  • 6,1 milhões de dias perdidos por aposentadoria por invalidez (redução de 50% em comparação com 2019).

Devido a reduções significativas, muitos dados parecem animadores. Porém, infelizmente, o cenário não é “tão bom” como parece.

Dessa forma, há um grande problema de subnotificação que foi agravado pela pandemia. Muitas condições não são diagnosticadas e notificadas, especialmente mentais.

Independentemente da subnotificação, o cenário do Brasil não é nada bom, certo? Afinal, em 2020 houve mais de meio milhão de notificações de acidentes e doenças, bem como mais de 18 milhões de dias perdidos.

Você sabe qual o custo da saúde
emocional para sua empresa?

Diferenças entre saúde ocupacional, saúde do trabalhador, medicina do trabalho e segurança do trabalho

Como já dito, a saúde ocupacional corresponde a iniciativas focadas na construção de um ambiente saudável e seguro. Mas existem diversos outros conceitos relacionados à saúde no trabalho, não é mesmo? E qual é a diferença de cada um? Explicamos nos próximos parágrafos!

A saúde do trabalhador diz respeito a um ramo de estudos da medicina direcionado a entender a relação entre ocupação profissional e saúde. Portanto, é algo mais voltado à área acadêmica.

Já a medicina do trabalho consiste em uma área profissional que visa garantir a integridade dos colaboradores de uma empresa, seja física ou mental. Em outras palavras, médicos podem se especializar nessa área e trabalhar em organizações.

Por fim, a segurança do trabalho é um conjunto de normas e medidas direcionadas à prevenção de acidentes de trabalho, com foco na integridade física dos colaboradores.

O que a lei diz sobre a saúde ocupacional?

O órgão que fiscaliza a saúde ocupacional é a atual Secretaria do Trabalho e do Emprego, que antigamente era conhecida como Ministério do Trabalho.

Assim, uma de suas ocupações é fazer valer a lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977, que está ligada às normas de saúde e seguradas referentes à CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). 

Isso porque, além de se atentar aos programas obrigatórios de saúde ocupacional, o art.157 desta lei destaca que é obrigação das empresas:

  • I – cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
  • II – instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
  • III – adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
  • IV – facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

Programas obrigatórios de saúde ocupacional

exemplos de saúde ocupacional

Existem algumas medidas voltadas à promoção de saúde entre os colaboradores que são obrigatórias por lei. Logo, é importante que você as conheça e entenda. Por isso, listamos as principais a seguir:

  • Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO);
  • Atestado de Saúde Ocupacional (ASO);
  • Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA);
  • Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA).

Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO)

O PCMSO é uma medida obrigatória para preservar a integridade física e psicológica dos colaboradores. Ela é regulamentada pela Norma Regulamentadora 7 (NR 7), do Ministério do Trabalho e Previdência.

Seu principal objetivo é manter um acompanhamento preventivo dos colaboradores a fim de evitar o desenvolvimento de doenças, bem como diagnosticá-las de maneira precoce.

Na prática, isso pode ser feito por meio de exames periódicos, pesquisas de clima organizacional e conversas regulares com os profissionais. Dessa forma, essas iniciativas permitem que a empresa entenda o estado físico e emocional dos colaboradores.

Atestado de Saúde Ocupacional (ASO)

O ASO é uma das medidas preventivas mais importantes para as empresas. Assim, ele faz parte do PCMSO e serve para comprovar se a pessoa está apta ou não para executar suas atividades profissionais.

Além disso, ele permite que as companhias monitorem as condições físicas e mentais de seus colaboradores, contribuindo para a manutenção da saúde.

Sendo assim, esse atestado é, obrigatoriamente, emitido em algumas situações, como:

  • Exame admissional;
  • Exame demissional;
  • Avaliações periódicas;
  • Exame para mudança de função;
  • Exame para retorno ao trabalho após afastamento.

Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA)

O PPRA também é uma medida obrigatória de acordo com a Norma Regulamentadora 9 (NR 9). Essa iniciativa tem como foco a redução de riscos relacionados ao espaço de trabalho.

Um bom exemplo são ações que evitem o contato dos profissionais com agentes físicos, químicos e biológicos capazes de causar danos à saúde. Sendo assim, pode-se dizer que é uma norma mais relacionada à segurança do trabalho, visto que seu foco é a integridade física das pessoas.

Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA)

A CIPA é determinada pela Norma Regulamentadora 5 (NR 5), consistindo em um grupo de colaboradores responsáveis por observar possíveis riscos e desenvolver medidas para preveni-los.

A comissão possui uma quantidade de integrantes variável de acordo com o número de trabalhadores que realizam atividades de risco — tarefas que expõem as pessoas a condições e agentes perigosos.

Assim, uma iniciativa interessante que é realizada pela CIPA é a Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (SIPAT), onde há uma série de eventos voltado à conscientização dos colaboradores sobre a importância da segurança no trabalho.

5 etapas para criar um programa de saúde ocupacional

Apesar de serem diferentes, as ações que promovem a saúde no ambiente de trabalho têm o mesmo objetivo: antecipar, prevenir, reduzir e até eliminar os riscos que as funções podem representar ao bem-estar do colaborador.

Assim, para saber por onde começar, existem algumas etapas que ajudam a guiar a criação de um programa de saúde ocupacional:

1- Avaliação da situação da empresa e seus riscos: aqui, é importante ter uma visão macro da organização. É preciso mapear alguns indicadores de RH, como taxa de absenteísmo, acidentes de trabalho e doenças ocupacionais. Então, também é importante avaliar a cobertura e o uso dos benefícios de bem-estar oferecidos pela empresa;

2 – Definição de prioridades: a partir dos dados recolhidos, fica mais fácil saber quais ações tomar primeiro. Como você viu, alguns programas são obrigatórios. Mas, ao identificar as necessidades do time, é mais fácil saber por onde começar;

3 – Implementação do cronograma: diversas empresas acabam se perdendo na programação das ações. Por isso, a partir da definição das prioridades é possível entender de forma assertiva quais atividades são possíveis de serem realizadas o quanto antes;

4 – Divulgação das ações: muito do sucesso dos programas de saúde ocupacional se deve ao engajamento da equipe com eles. Por isso, certifique-se de investir em comunicados, treinamentos e outras ações de conscientização;

5 – Análise dos resultados e acompanhamento: como você conferiu, a saúde ocupacional tem seus objetivos. Por isso, avaliar a efetividade das ações aplicadas é fundamental. Assim, você pode definir uma periodicidade para isso e observar se houve melhorias nos indicadores de RH ou em alguma outra métrica.

 A seguir, elencamos formas práticas de promover mais saúde no trabalho!

Como promover a saúde ocupacional na sua empresa? 4 exemplos

Já destrinchamos diversas questões em torno do assunto, mas ainda há algo muito importante: como implementar os conceitos apresentados na prática?

Abaixo, listamos uma série de medidas que podem contribuir para a prevenção de riscos e valorização da saúde dos colaboradores. No entanto, há alguns passos importantes que vêm antes de determinar a solução que será empregada.

Primeiramente, deve-se entender o estado atual do ambiente de trabalho. Para isso, é interessante fazer pesquisas de clima organizacional, conversar com os trabalhadores e inspecionar o local da organização.

Então, a partir das informações coletadas, será possível definir a solução mais adequada e estruturar um plano de ação para implementá-la.

Importante destacar que a equipe de RH costuma ser a responsável por realizar essas ações. Aliás, esse time também costuma ser o responsável por acompanhar os indicadores e entender os resultados alcançados.

Fique agora com as nossas sugestões de iniciativas práticas:

  • Diálogos sobre saúde física e mental;
  • Ergonomia;
  • Ginástica laboral;
  • Programas de qualidade de vida no trabalho.

1. Diálogos sobre saúde física e mental

Construir um calendário de eventos, palestras, workshops e webinars com temas relacionados à saúde física e mental é uma boa maneira de conscientizar os colaboradores sobre o assunto.

Além disso, esse é um ótimo caminho para incentivar a adoção de hábitos saudáveis e equilibrados, mantendo o tema “fresco” na mente dos profissionais.

Para saber mais sobre o assunto, confira o Tedx de Edson Sarti, psicólogo e psicanalista, sobre o atual impacto e a entre pessoas e seus trabalhos.

2. Ergonomia

A ergonomia é uma área da ciência que estuda a relação entre o ser humano e as condições de trabalho. A partir dos estudos, criou-se uma série de recomendações capazes de reduzir riscos e promover benefícios às pessoas.

Assim, algo que muitos não sabem é que a ergonomia não compreende apenas aspectos físicos, ela também estuda questões organizacionais e comportamentais.

Então, alguns exemplos de medidas práticas que podem ser implementadas são:

  • Oferecer um local com ventilação, iluminação e temperatura adequada;
  • Disponibilizar cadeiras e mesas confortáveis;
  • Uma boa comunicação e sem cobranças excessivas. 

3. Ginástica laboral

A ginástica laboral consiste em um conjunto de atividades físicas realizadas durante as pausas no expediente. Assim, ela serve para prevenir o desenvolvimento de problemas físicos e para evitar o desgaste mental devido às longas horas de trabalho.

Em geral, essa ginástica é colocada em prática por meio de uma série de alongamentos simples e fáceis de realizar. Assim, para isso, podem ser contratados profissionais de educação física ou fisioterapeuta, que asseguram que os exercícios estão sendo feitos corretamente.

4. Programas de qualidade de vida no trabalho

Os programas de qualidade de vida no trabalho são conjuntos de ações que apoiam a adoção de hábitos saudáveis entre os colaboradores da sua empresa.

Benefícios de terapia online e acesso a academias são bons exemplos de programas. Também é possível pensar em formas de influenciar uma alimentação mais saudável. Dessa forma, cria-se um incentivo para que o profissional tenha um acompanhamento psicológico ou se exercite regularmente.

Portanto, essas atividades são capazes de manter a saúde física e mental em dia, o que diminui o risco de desenvolvimento de doenças ocupacionais.

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